dias iguais
Como os dias são todos iguais
sem cor, sem vida, mares sem sais
onde a única água é a de minhas lágrimas.
como a noite é sempre escura, fria e repete no horizonte, o sol que nasce, no mesmo dia
onde nosso amor mais uma vez não acontecia.
como a canção lenta é de um baile solitário
de um alguém que dança de olhos fechados
tentando mais uma vez se iludir
de estar em todos os lugares do mundo, menos alí.
a lua não é tão mágica e suprema
quando eu a vejo cá de baixo, com mãos sem se dar
faltando um simples olhar
que não faça minha alma se sentir tão pequena.
andar pelas ruas, sem ser ao teu encontro
é perambular por um sonho do qual quero acordar.
escrever sobre a esperança
sem ter o que recorrer, na lembrança
traz tristeza, e cansa
o triste vazio do meu olhar.
pois se o mundo é branco e cinza sem teu caminhar lento
é porque caminhas no meu sono, e, acordado, a cada momento.
João Claudio Gomes de Sousa - 02.09.06 -
sem cor, sem vida, mares sem sais
onde a única água é a de minhas lágrimas.
como a noite é sempre escura, fria e repete no horizonte, o sol que nasce, no mesmo dia
onde nosso amor mais uma vez não acontecia.
como a canção lenta é de um baile solitário
de um alguém que dança de olhos fechados
tentando mais uma vez se iludir
de estar em todos os lugares do mundo, menos alí.
a lua não é tão mágica e suprema
quando eu a vejo cá de baixo, com mãos sem se dar
faltando um simples olhar
que não faça minha alma se sentir tão pequena.
andar pelas ruas, sem ser ao teu encontro
é perambular por um sonho do qual quero acordar.
escrever sobre a esperança
sem ter o que recorrer, na lembrança
traz tristeza, e cansa
o triste vazio do meu olhar.
pois se o mundo é branco e cinza sem teu caminhar lento
é porque caminhas no meu sono, e, acordado, a cada momento.
João Claudio Gomes de Sousa - 02.09.06 -


0 Comments:
Post a Comment
<< Home